Gatos não reconhecem o sabor doce



Por não terem parte de um gene que forma os receptores do sabor doce, os felinos têm preferência pelo gosto da proteína animal

A Páscoa está aí e com ela aquela infinidade de ovos de chocolate… A gente já contou por aqui por que não é boa ideia oferecer esta delícia para os cães e gatos. A cafeína e teobromina presentes no chocolate são tóxicas para cães e gatos e podem levar à morte em alguns casos. Que este alimento é perigoso para a saúde dos animais você já sabe, mas você sabia também que os felinos não são capazes de distinguir o sabor doce?

A maioria dos cientistas concorda com o fato dos gatos não se interessarem por doces. A preferência dos felinos seria pelo sabor da proteína animal. “Os gatos, apesar de terem sido domesticados, continuam sendo carnívoros restritos e não consomem doces porque, na verdade, não têm capacidade de sentir esse sabor”, diz a médica veterinária da Total Alimentos, Bárbara Benitez.

Segundo a revista Scientific American o motivo deste comportamento é um gene específico, o Tas1r2. Os felinos, inclusive leões e tigres, não têm uma parte do DNA que existe neste gene, que gera as proteínas responsáveis pela formação dos receptores de doces (localizados na língua dos gatos). Com isso, os felinos seriam capazes de perceber o sabor doce como os humanos e outros mamíferos.

“Os tutores sabem que o olfato e tato de seus gatos são mais apurados, mas talvez não saibam que o paladar dos bichanos seja mais restrito. Saber disso, ajuda até no manejo alimentar: o tutor deve oferecer alimentos elaborados com fontes de proteínas de origem animal, e sempre prefira oferecer alimentos sempre à base de proteína animal e sempre evite doces, que podem causar obesidade e diabetes”, finaliza Benitez.

Portanto, nesta Páscoa, não ofereça chocolates e outros alimentos para seu gatinho. Ele não apreciará o sabor e passará longe de problemas de saúde.

Preferência por cães ou gatos indica diferentes traços de personalidade



Estudos afirmam que simpatizantes de cachorros são leais, objetivos e extrovertidos, enquanto amantes de gatos são graciosos, sutis e independentes

Gatos e cachorros combinam com diferentes tipos de personalidades e vários estudos já foram dedicados e exploram este tema.

Eles ocuparam diferentes papéis na sociedade, possuem distintos comportamentos, diferentes tipos de necessidades e personalidades. É normal adaptarem-se melhor a diferentes tipos de indivíduos.

Estudos já afirmaram que uma pessoa que prefere cachorros é leal, objetiva, útil, extrovertida e boa para trabalhar em grupo. A pessoa que prefere os gatos é graciosa, sutil, independente, inteligente, pensativa e misteriosa.

Outro artigo afirma que pessoas do sexo feminino tendem a se autoafirmar como amantes de gatos e pessoas do sexo masculino tendem a se autoafirmar amantes de cachorros.

Um estudo do ano de 2010 afirmou como resultado de um questionário de autoconhecimento aplicado em mais de 4.500 pessoas, que indivíduos que preferem cachorros gostam de sair para se divertir, são mais extrovertidos e mais conscientes.

Já pessoas que preferem gatos pareceram ser abertas a novas experiências, curiosas, originais e emocionalmente mais instáveis.

Outro estudo de 2014 mostrou, que a pessoa que prefere cachorros tende a ser mais dominante e competitiva, pois prefere um animal de estimação submisso a fim de complementar sua personalidade.

Pesquisadores já comparam a personalidade de donos com seus cães e fizeram o questionamento: “Será que os donos de pets simplesmente projetam seu modo de ser em seus animais de estimação?”.

Seria algo natural, afinal nossas amizades humanas tendem a ser baseadas em afinidades e o mesmo tende a acontecer quando escolhemos um pet.

Cachorros sabem identificar donos mentirosos


Experimento realizado no Japão comprova que cães sabem reconhecer quando estamos tentando enganá-los


Os cães podem parecer bobos ao correr atrás de seus rabos, mas pense bem antes de tentar enganar seu cão, ele lembrará. Um estudo liderado pelo pesquisador japonês Akiko Takaoka, da Universidade de Kyoto, testou a capacidade dos animais em reconhecer a mentira.

Participaram 34 cachorros domésticos. Na primeira rodada, um pesquisador indicava para o cão onde encontrar brinquedos e petiscos. Na segunda vez, o mesmo pesquisador indicava a direção errada dos brinquedos e petiscos. Na terceira, os cães não obedeciam às ordens do pesquisador que mentiu.

Em outra rodada de testes, os voluntários mentirosos foram substituídos por novas pessoas. A primeira parte foi repetida, indicações de um caminho onde estariam petiscos e brinquedos foram dadas e os cachorros seguiram as direções.

Ao conhecer pela primeira vez um humano, os cães depositam um primeiro sinal de confiança. Depois de passado o momento de excitação, eles obedecem e seguem comandos de pessoas que eles já confiam ao observar seus atos. Eles lembram quem os enganou ou não.

Segundo os pesquisadores, os cães possuem uma sofisticada inteligência social, e essa capacidade foi evoluída na convivência dos cães com os humanos ao longo de toda a evolução.

Vejam neste vídeo reações hilárias de cachorros sendo enganados por um mágico:

Cães e gatos: pressionar a cabeça contra a parede é sinal de alerta



Comportamento pode indicar danos no sistema nervoso, envenenamento ou problemas hepáticos

Cães e gatos são cheios de manias, mas é preciso ficar atento para distinguir um comportamento aparentemente normal dos sinais de que algo não vai bem.

Pressionar a cabeça contra a parede ou objetos, por exemplo, pode ser um sinal de que alguma coisa está errada com seu pet. Se perceber esta atitude, vá ao veterinário imediatamente!

Mas o que este comportamento significa? Isto indica geralmente danos no sistema nervoso, o que pode ser resultado de diversas causas, entre elas a doença prosencéfalo, na qual o encéfalo frontal e o tálamo do cérebro estão danificados. Outra possibilidade é o envenenamento tóxico ou problemas de fígado.

Segundo o médico veterinário Grant Nisson, de West River, Maryland (Estados Unidos), o fígado é responsável pela retirada de toxinas do sangue. Quando o funcionamento é comprometido, as toxinas ficam no sangue e entram no cérebro, fazendo com cães e gatos ajam estranhamente.

Em animais jovens, o ato de pressionar a cabeça é associado a uma derivação do fígado extra-hepática, uma anomalia genética em que o fluxo de sangue para o fígado é redirecionado por um vaso sanguíneo anormal fora do órgão, de acordo com Karen Munana, professora associada de neurologia na North Carolina State University College de Medicina Veterinária em Raleigh (Estados Unidos). A salivação, perda de visão e o crescimento lento durante os primeiros meses também se enquadram nos sintomas.

Já nos animais mais velhos, a cabeça contra a parede pode ser sinal de cirrose, um problema grave do fígado que pode ser causada, entre outras coisa, pelo uso a longo prazo de alguns medicamentos.

Animais com encefalite – inflamação no cérebro – também têm atitudes estranhas. Deena Tiches, neurologista veterinária de Gaithersburg, Maryland (Estados Unidos), explica que infecções virais como cinomose ou raiva afetam o cérebro, da mesma forma que algumas infecções bacterianas.

Os tumores cerebrais são outra possibilidade. À medida que estes tumores crescem, começam a pressionar tecidos dentro do cérebro, alterando o funcionamento do órgão. Por isso, animais com este problema andam em círculos e pressionam a cabeça.

Para um diagnóstico preciso, o veterinário realizará uma série de testes, entre eles o exame de fundo de olho, que revela doenças infecciosas ou inflamatórias, assim como anomalias no cérebro. A medição da pressão arterial, tomografia computadorizada (TC) ou a ressonância magnética (RM) do cérebro fazem parte da triagem. A análise de urina pode revelar problemas no sistema metabólico e toxinas no sistema.

O importante é que você explique ao veterinário o que ocorre com seu pet, quando os sintomas começaram e os incidentes causados.

PETMAG

Por que animais de grande porte vivem menos do que os pequenos?


Cães grandes têm processo de envelhecimento mais acelerado e tendem a crescer e envelhecer muito mais rápido


Na escala evolutiva, animais de grande porte, de diferentes espécies, tendem a viver mais dos que os de pequeno porte. Agora, entre os de mesma espécie, acontece o contrário.

Cachorros pequenos possuem predisposição a viver de 10 a 14 anos e os grandes de 5 a 8 anos. Eles vivem menos. É triste, mas é verdade.

Os motivos não são totalmente compreendidos, porém, um estudo realizado na Universidade de Chicago revelou as possíveis razões.

A pesquisa avaliou índices de mortalidade do banco de dados médico veterinário de cães que frequentaram os hospitais por toda a América do Norte.

Informações de 56.637 cachorros de 74 raças diferentes foram coletadas. Tipo de raça, sexo, tamanho de porte e data de morte dos períodos de 1984 até 2014.

Conclusão do estudo

Os cães de porte grande possuem processo de envelhecimento mais acelerado, ou seja, crescem e envelhecem muito mais rápido.

São mais propensos a problemas de saúde, tumores, desordens comportamentais e problemas gastrintestinais, todos ligados ao crescimento acelerado.

Independentemente do tempo vivido pelo pet, devemos oferecer condições dignas para ele crescer e viver bem ao nosso lado.

Em troca, você receberá um amigo companheiro, afetuoso e com amor incondicional para oferecer. Vale a pena, não é mesmo?

Por que os cães inclinam a cabeça para o lado quando falamos com eles?



Já percebeu que os cães têm uma mania engraçada de inclinar a cabeça para o lado quando conversamos com eles? Segundo o site Mental Floss, os animais fazem isto para mostrar aos humanos que se importam com eles ou com o que estão falando.

Para eles, o gesto é uma forma de transmitir empatia, como dizer “sim” ou “não” em relação a nós humanos. Apesar de não poderem conversar, eles geralmente sabem quando estamos nos sentindo tristes e inclinam a cabeça demonstrando solidariedade e esperando nos escutar.

Também são consideradas as versões de que os cães inclinam a cabeça para poder ouvir os sons de uma maneira melhor e também para enxergar de outro ângulo, já que o focinho atrapalharia a visão da parte inferior do rosto humano. Isto seria necessário para a expressão facial e o estado emocional do dono.

Uma pesquisa publicada no site Psychology Today ouviu 582 pessoas sobre a frequência que os cães inclinam a cabeça e as raças dos animais. A maioria dos entrevistados disse que os cachorros fazem o gesto regularmente, sendo que 52% dos donos de cães com focinhos achatados, como Bulldogs e Pugs, notaram o movimento. O número sobe para 71% em relação aos que têm focinhos maiores.

Então, da próxima vez que você notar seu cachorro fazendo isto, você já sabe que ele está demonstrando que se importa com você.

Banho em gatos: lambidas x chuveiro



Se você acha que só o "banho de gato" é suficiente para o seu bichano, está muito enganado. Saiba o motivo

Aquele “banho” em que o gato dá com a própria língua não basta para deixá-lo livre das impurezas. Na verdade esse hábito tão comum entre os gatos não é exatamente para sua higiene, esse comportamento está mais ligado ao seu instinto de proteção, pois ao lamber-se, seu cheiro acaba sendo camuflado.

Mitos como os de que gato não gosta de banho ou tem medo de água, acaba por fim prejudicando os bichanos nesse quesito. Um gato só apresenta rejeição ao banho, se não for acostumado com ele desde pequeno. Portanto deve-se dar banho sim, pois sua língua retira uma parte da sujeira, mas sua saliva não é antibacteriana, logo ele não fica livre de possíveis doenças.

O interessante é dar banhos pelo menos uma vez ao mês, sempre usando produtos específicos para gatos e água morna. Gatos com a pelagem longa também podem ser submetidos a uma tosa higiênica, principalmente nas épocas mais quentes do ano.

Caso prefira não dar banho em casa, existem pet shops e profissionais especializados em banhos para felinos. Basta informar-se. E lembre-se, sempre consulte um veterinário em ralação a qualquer decisão que for tomar sobre esses cuidados com o seu gato!

Garota surda ensina linguagem de sinais para cão com problemas de audição


REPRODUÇÃO
Moradora do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, a pequena Julia, hoje com apenas dez anos de idade, é surda de nascença. Ela sempre teve dificuldade em se relacionar com outras crianças, até conhecer um cachorrinho muito especial chamado Walter. O cão também nasceu com problemas de audição e os dois logo criaram uma forte e sincera ligação.
Walter, hoje com sete meses, foi adotado em um centro de animais em Pasadena quando tinha apenas seis semanas de vida. “Quando eu segurei a Julia pela primeira vez, ela cheirava meu pescoço, pois não conseguia ouvir – e quando eu segurei Walter pela primeira vez ele fez a mesma coisa”, contou a mãe de Julia, Chrissy, para a rede de TV CBS.
Julia já ensinou ao animal comandos como sentar, pedir comida e responder ao seu nome. Confira essa dupla no vídeo abaixo.

ANDA

George, o gatinho que vive andando em duas patas


Meio gato, meio humano, George tem um jeito especial de andar que já conquistou vizinhos, amigos e o mundo da internet


Após ter sido adotado por uma família do Texas, Estados Unidos, o gato George começou a apresentar o que poderíamos chamar de “sintomas humanos”.

Desde que chegou à casa, ele apoia-se frequentemente com as patas de trás – em duas patas – como se estivesse de pé. Seu dono, Andrew Park, disse em uma entrevista ao New York Post que acredita que o motivo que leva George a andar sobre duas patas é um problema genético, por suas patas serem muito curtas.

George possui uma conta no Instagram, onde seu dia adia é registrado. Com essa carinha melancólica e ao mesmo tempo emburrada, é difícil não deixar-se conquistar por esse gatinho “meio humano”.
PetMag

Amor de cão por donos é semelhante ao do bebê pelos pais




Cientistas japoneses constataram que o ato de olhar nos olhos do seu cão libera o mesmo hormônio acionado durante a amamentação de um filho



Cientistas da Universidade Azabu, no Japão, provaram que cães amam os donos da mesma forma com que um bebê ama a mãe. Para chegar a esta conclusão, eles viram que, quando estavam com seus donos, os cães liberavam oxitocina, neurotransmissor chamado de “hormônio do amor”, ligado a laços afetivos.

A oxitocina é também liberada quando a mãe amamenta o filho ou quando olhamos nos olhos de daqueles que amamos.

Nos cães, o corpo libera a substância quando eles olham em nossos olhos. Teoricamente, como humanos e cachorros vivem em comunidade há muitos e muitos anos, sua evolução foi conjunta. Logo, o laço emocional tornou-se uma vantagem para a sobrevivência dos dois, passando do nível psicológico para o físico.

Os cientistas mostraram ainda que seu cão tem mais facilidade de formar laços com humanos do que animais com chimpanzés, animais cujos cérebros são mais sofisticados.

Verão: 4 receitas refrescantes de petiscos para seu cão



O calor vem aí e um sorvetinho sempre cai bem! Anote as receitas saudáveis que preparamos especialmente para o seu amigo curtir a estação mais quente do ano


Picolés de Frango

Ingredientes (rende 4 copinhos de frango):

2 peitos de frango, cozidos e picados (coloque no liquidificador se necessário)
2 xícaras de água
1 colher de sopa de salsinha

Modo de fazer:

Divida o frango cozido e picado entre os copos descartáveis, cerca de 1/4 xícara de frango em cada um.
Em uma tigela pequena misture a água e a salsa.
Divida a mistura de água entre os copos descartáveis, cerca de 1/2 xícara em cada um.
Coloque no congelador durante 8 horas.
Tire o picolé colocando água morna em volta do copo descartável.


Se o seu cão prefere carne a frango, não se preocupe! Nós temos uma receita de picolé para isso também.

Picolé de hambúrguer

Ingredientes

1 xícara de chá carne moída cozida (aproveite para usar os restos!)
1 colher de chá cheia de queijo ralado
2 a 3 colheres de sopa de caldo de carne com baixo teor de sódio e baixo teor de gordura

Modo de fazer:

Coloque 1/2 colher de chá de carne moída em cada seção de uma bandeja de cubos de gelo.
Espalhe um pouco de queijo ralado por cima.
Despeje o caldo de carne sobre ingredientes.
Congele por aproximadamente 8h e, depois disso, já está pronto para o consumo.

Dica: Comprar uma bandeja de cubos de gelo de plástico especialmente para esta finalidade.

Gelatina de Carne

Ingredientes:

1 xícara de café de caldo de carne com baixo teor de sódio e pouca gordura
2 colheres de sopa de gelatina incolor e sem sabor

Modo de Fazer:

Em uma panela média, trazer o caldo para ferver. Retire do fogo e deixe esfriar por 3 a 4 minutos.
Coloque a gelatina em pó e misture, cuidando para não deixar grumos.
Deixe mistura esfriar e em seguida despeje em moldes.
Leve à geladeira por algumas horas, até endurecer.


Seu cachorro é vegetariano? Sem problemas! Receita de um petisco levinho para seu pet!

Biscoitos de Menta

Ingredientes

1 ½ xícaras de aveia
4 colheres de sopa de salsa fresca picadinha
2 colheres de sopa de hortelã fresca picadinha
1 colher de sopa de mel puro
2 colheres de azeite
1 ovo batido
Água (3 colheres de colher de chá)

Modo de Fazer

Preaqueça o forno a 180°C.
Em uma tigela grande, misture a aveia, salsa e folhas de hortelã e misture. Em uma tigela pequena, misture o azeite e mel.
Despeje a mistura de óleo de oliva e mel na aveia e mexa. Adicione o ovo e mexa até ficar bem misturado.
Sove a massa com as mãos para misturar bem os ingredientes juntos. Adicione uma colher de chá de água de cada vez para ajudar. Isso deve levar cerca de 3-5 minutos.
Usando um rolo ou as mãos, abra a massa com aproximadamente 3 cm de altura.
Corte na forma desejada com cortador de massa de biscoito.
Coloque os biscoitos em uma assadeira antiaderente e leve ao forno por 15 minutos.

Dica: Coloque os biscoitos em um pote fechado na geladeira para consumo posterior.

Dicas Extras:

Você pode congelar em um balde, os brinquedos (de preferência de plástico) preferidos do seu pet, e depois deixá-lo brincar com o pedaço de gelo!
Aproveite as férias da criançada para cozinhar com a família toda e experimente variações das receitas!
Coloque sempre cubos de gelo na água do seu animal de estimação.
Nos dias de mais calor, encha uma piscininha inflável e divirtam-se!

Quais os significados dos miados do seu gato?



Você sabia que os gatos têm sons específicos para demonstrar saudade, fome, felicidade e até dor? Aprenda a reconhecê-los

Por não conseguirem demonstrar seus sentimentos por meio de expressões faciais, os gatos possuem uma vasta comunicação, emitindo sons.

Miados


Ao miar, eles podem emitir diversas frequências de sons e cada uma possui um significado. Miados curtos, normalmente, são mais frequentes em atividades cotidianas, como ao ouvir o chamado do dono ou quando está com fome.
Já os miados mais longos, são emitidos quando os gatos estão com dores, feridos ou por fêmeas no cio. Se além de longos, os miados forem agudos, significa que o gato está “exigindo” algo, como por exemplo, ser alimentado naquele momento.

Os miados fracos, quase inaudíveis, podem ser considerados miados de saudade; normalmente os gatos emitem esse som quando reencontram seu dono, horas depois de terem passado algum tempo distante um do outro.

Ronronar


O ato de ronronar é, considerado por muitos, uma expressão de felicidade dos gatos. Mas já foi comprovado que o som pode ser emitido mesmo quando estiverem aborrecidos, machucados ou até sentindo-se ameaçados.

Os “ronrons” são emitidos pela vibração dos músculos da laringe e do diafragma do gato e ele consegue fazer isso ao mesmo tempo em que inspira e solta o ar.

Um estudo publicado pela Scientific American aponta que ronronar pode melhorar a densidade dos ossos e contribuir para a autocura dos gatos, em casos de ferimentos ou doenças.

Dicas para se comunicar melhor com seu gato



Você sabia que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação com centenas de vocalizações diferentes para dizer aos humanos o que eles querem ou precisam? Palavra de cientistas. O corpo também diz muito: a cauda e os olhos indicam felicidade, agressividade ou medo.

Compreender como seu gato está se pedindo e como os gatos interpretam sua maneira de falar com eles pode ajudar a cultivar uma relação mais próxima com seu felino.

Anote aí cinco dicas para melhorar a comunicação com seu bichano:

Entenda o motivo e a forma como os gatos se comunicam


Miar não é o jeito preferido de falarem com você. A comunicação de um gato consiste num sistema complexo de olfato, expressão facial, linguagem corporal e tato. Os gatos sabem muito bem que não compreendemos os sinais não verbais que eles mandam uns aos outros, é aí que preferem vocalizar, numa tentativa de se comunicarem do nosso “idioma”. Fique atento aos sons e as ações que usam para falar com você, os gatos sempre aprendem um jeito novo de pedir alguma coisa.

Quais as circunstâncias de cada miado?


Observe seu gato enquanto ele mia e note se é capaz de distinguir quais sons ele usa em quais pedidos ou para quais protestos.

  • Miado curto: usado como reconhecimento geral e cumprimento padrão.
  • Muitos miados: cumprimentos entusiasmados.
  • Miado tom médio: pode ser um pedido por algo como comida ou água.
  • “Mrrroooow” longo: demanda mais insistente por um desejo ou necessidade.
  • “MRRRooooowww” grave: descontentamento, reclamação ou uma preparação para a briga.
  • Miado alto e grave: pedido urgente por alguma coisa, como comida.

Identifique a comunicação que não envolve miados


O miado é o som mais associado ao gato, mas não é o único. Temos também o
  • Ronronar: som vibratório feito com a garganta, que convida ao convida ao contato próximo ou pode ser tido como um pedido de atenção. O ruído é quase sempre associado ao contentamento.
  • Sibilar: sinal de agressividade ou autodefesa de um felino. Indica que o animal está infeliz, que se sente assustado ou ameaçado ou que pode estar se preparando para uma briga.

A cauda também manda sinais sobre como seu felino se sente

Como os cães, os gatos também se comunicam com o movimento das caudas. Observar a posição do rabo em conjunto com as vocalizações pode ajudar você a entender o que seu gato quer.
  • Cauda reta para cima e com a ponta curva: felicidade.
  • Cauda se contraindo: agitação ou felicidade.
  • Pelo da cauda armado: seu gato está agitado ou sentindo-se ameaçado.
  • Cauda vibrando: ele está animado e feliz em vê-lo.
  • Pelo esticado para cima com a cauda se curva: sinal de agressividade extrema, briga ou autodefesa.
  • Pelo esticado para cima, mas a cauda baixa: gato agressivo ou assustado.
  • Cauda para baixo, entre as pernas: seu gato está assustado.

Os olhos dizem muito


Repare nos olhos do seu gato, isso o ajudará a se conectar com seu felino e a ler seus sentimentos. 

Cuidado: encarar direto sem piscar pode ser entendido com agressividade pelo seu gato, o que o deixará desconfortável.
  • Pupilas dilatadas: pode significar animação ou medo. Use outros sinais para descobrir qual é o comportamento dele.
  • Olho no olho: quando um gato olha para os seus olhos, quer dizer que ele confia em você e se sente confortável na sua companhia.
  • Piscar lentamente: é um sinal de carinho.

Cavalo comove família de vaqueiro morto ao 'se despedir' do dono na PB


Levado para velório, cavalo reclinou a cabeça no caixão, em Cajazeiras.
Irmão do vaqueiro morto disse que vai cuidar e manter o cavalo na família.

Um cavalo comoveu a família e os amigos do vaqueiro paraibano Wagner Figueiredo de Lima, que morreu em um acidente de moto na madrugada do último dia 1º deste mês. O animal foi levado para se despedir do dono e ao ser colocado próximo ao veículo onde estava o corpo, deitou a cabeça sobre o caixão, um momento que chamou a atenção de todos que foram ao velório de Wagner de Lima. O enterro do vaqueiro aconteceu na tarde desta terça-feira (3) na cidade de Cajazeiras, Sertão da Paraíba.

“Esse cavalo era tudo para ele [Wagner], era como se o cavalo soubesse o que estava acontecendo e quisesse se despedir. Durante todo o trajeto até o cemitério ele relinchava e batia com as patas no chão”, disse Wando de Lima, irmão de Wagner. Foi Wando quem teve a ideia de levar o cavalo para o enterro do irmão e organizou as homenagens junto com outros vaqueiros e amigos de Wagner.

Com a morte do irmão, Wando de Lima disse que vai assumir a responsabilidade de manter e cuidar do animal.

Segundo ele, o cavalo que já estava há oito anos com Wagner vai ficar "para sempre" com a família.

Wagner de Lima Figueiredo tinha 34 anos e além de vaqueiro era funcionário da Prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Wagner morreu na madrugada do último dia 1º deste mês em um acidente de moto no estado do Rio Grande do Norte. Ele estava sozinho na motocicleta no momento do acidente e chegou a ser socorrido para um hospital da cidade de Mossoró, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Epilepsia em cães: quais os sintomas e como tratar?

A epilepsia em cães exige cuidados e atenção do tutor | Foto: Divulgação
Ver seu cãozinho ter uma crise epilética não é nada fácil. Mas, a epilepsia em cães pode ser uma doença comum e é preciso investigar as causas da doença para evitar que o animal sofra. Infelizmente, a doença é a mais comum na área neurológica. Ela acontece quando o cachorrinho tem espasmos ou convulsões provocadas por descargas elétricas dos neurônios.
Existem dois tipos de epilepsia. A primeira, conhecida como idiopática, tem origem genética e aparece quando o animal ainda é um filhote. Os casos costumam ser mais comuns em machos de raça pura. As mais comuns são Keeshond, Pastor Alemão, Bernese Mountain, Irish Wolfhound, Pastor Belga, Vizsla, Labrador Retriever, Pastor Shetland, Teckel, Beagle e Golden Retriver.
A epilepsia idiopática pode se intensificar com o passar do tempo ou pode estacionar, tudo isso vai depender da aplicação do tratamento adequado e da eficácia do mesmo.
O segundo tipo é a secundária, quando as convulsões são provocadas por fatores que envolvem acidentes, tais como pancadas, choques e fatores psicológicos. Por isso, você deve ficar atento aos sintomas que o cachorro apresenta. Se ele bateu a cabeça recentemente, a epilepsia pode ser temporária.
Portanto, não hesite em buscar ajuda médico-veterinária caso o seu animal dê sinais de agitação incontrolada, espasmos bruscos ou convulsões involuntárias. Eles podem ser sinal que o bichinho está com alguma desordem neurológica e precisa de atendimento especializado urgente. O tratamento envolve medicação especializada e cuidados com a alimentação.
Conheça outras doenças neurológicas que podem afetar os animais
Além da epilepsia, os animais domésticos podem desenvolver outras doenças relacionadas ao sistema neurológico. Fique atento (a) e aprenda a identificar os sintomas. Desta forma, você pode procurar o mais rápido possível a orientação de um veterinário.
Parkinson – A doença tem fama entre os seres humanos, mas você sabia que ela pode atingir também o seu cãozinho? Doença de origem hereditária, o Parkinson se apresenta nos cachorros com tremores nos membros inferiores, lentidão, dificuldades de equilíbrio e espasmos.
Demência – Cientificamente chamada de Síndrome de Disfunção Cognitiva, a demência atinge o mundo animal com desorientação, perda de memória e confusão. Os sintomas que podem ser observados são quando o seu cachorrinho olha muito para as paredes sem ter nada aparentemente diferente, quando anda muito em círculos e parecem desconhecer pessoas da família.
Miastenia Gravis – Essa patologia atinge principalmente os músculos, causando fraqueza. Isso acontece quando os neurônios não conseguem transmitir os impulsos para a musculatura. Desta forma, o animal não tem força para nada, por vezes, nem consegue ficar ereto sobre as quatro patas.