Problemas emocionais podem causar doenças mentais nos cães



Apesar de serem conhecidos pelo comportamento brincalhão e feliz, cães também podem sofrer de doenças mentais, causadas por fundo emocional.

O cachorro de uma das irmãs do consultor comercial Farlley Vieira morreu em decorrência de uma depressão. “Meu pai ficava muito em casa e fazia companhia para ele. Mas quando ele mudou de cidade, o cachorro simplesmente não queria mais comer. Foi levado ao veterinário e fisicamente não tinha nada, mas se recusava a comer qualquer coisa. Minha irmã tentou tudo que pode, mas ele foi perdendo peso e pelo, até que não resistiu”, lamenta.

O que aconteceu com o cachorro da família serviu de alerta pra Farlley, que agora redobra os cuidados com seu novo amigo, o Bóris. O cão, de apenas três meses, não pode sair para passear por não ter tomado ainda a última dose da vacina que garantirá proteção contra doenças. Por essa razão, o bem-estar físico e mental do filhote é garantido por meio de carinho e brinquedos, dados a ele para que possa se distrair.

“Ele já é um cãozinho tranquilo, não é de ficar chorando, nem faz bagunça em excesso, só o normal que animal faz mesmo. Mas minha maior preocupação é quando vou para o trabalho e ele fica sozinho, por isso deixo brinquedos por perto, para que ele tenha como relaxar. Acredito que tem dado certo, porque os vizinhos contam que ele não chora quando fica sozinho”, conta.

O veterinário João Ephraim Ferreira recomenda lazer e diversão por meio de brinquedos como forma de aliviar a carga de estresse dos cachorros. Entretanto, isso não basta quando o assunto é o desenvolvimento de problemas emocionais. Para que os cães não sejam afetados por doenças psíquicas é preciso observar por completo o ambiente em que ele vive, o que inclui o comportamento do tutor.
“Se o tutor é uma pessoa ansiosa, o animal tende a ser também; se o tutor é uma pessoa agressiva, o cão dele tem chances de também ser. Os animais assimilam muito do comportamento de quem cuida deles. Além disso, os transtornos também podem ser causados se não forem observadas as características de raça. Se a raça é de um animal agitado ou caçador, o cão vai ficar estressado se não tiver espaço para gastar energia”, diz.

Cachorros que não estão inseridos em ambientes adequados podem desenvolver estresse, fobias ou depressão. É o que explica o veterinário, que alerta sobre os principais sintomas, entre eles ficar arredio, latir demais, demonstrar inquietação, perda de apetite, não dormir direito ou dormir em excesso. Para solucionar esses problemas é preciso que os tutores investiguem as possíveis causas e busquem minimizá-las, oferecendo momentos de lazer ou promovendo mudanças que acalmem os cães.

A empresária Mariana Reis é responsável por um cachorro com problemas mentais. Pirata, como é chamado, não consegue socializar com outros cães, permanece deitado na maior parte do tempo, não reage ao ouvir a campainha tocar, nem tenta escapar caso veja o portão aberto. “Ele só tem reação quando encosta nele, pois não gosta. Para dar banho, eu mal posso enxugá-lo direito, só encosto a toalha de leve e depois coloco duas a três toalhas na cama dele”, conta ela ao G1.

Maus-tratos sofridos antes de ter sido resgatado das ruas podem ser a causa do comportamento de Pirata, apesar da tutora acreditar que ele já tenha nascido assim. Porém, independente da razão que tenha o levado a ser um cão arredio, Mariana se esforça para não causar desconforto ainda maior a ele e deixa sempre os objetos com os quais ele está familiarizado no mesmo local, para que não seja causado mais estresse pela mudança.
Dicas

Antes de adotar um animal é importante observar se o local disponível para ele é um ambiente adequado, que não irá incentivar o desenvolvimento de possíveis doenças mentais.

O veterinário João Ephraim pontua que cachorros de raças como labrador, golden e beagle possuem muita energia e, por esse motivo, precisam de espaço. 

Entretanto, não são apenas os cachorros de porte médio e grande que podem se estressar em ambientes pequenos, a raça pinscher, de pequeno porte, também pode ter problemas. Cães das raças maltês, shitzu e lhasa se adaptam melhor à lugares menores. No entanto, independentemente de qual seja a raça ou da ausência dela, cachorros precisam de passeios frequentes, especialmente quando vivem em casas com pouco espaço.


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Quando será o sorteio?

Dia 28 de Outubro/2017 pela Loteria Federal


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Quais os cães que menos latem?



Se você quer um companheiro, mas não gosta muito de latidos, confira a lista de raças mais "silenciosas"

Pessoas que moram em apartamentos ou em locais com vizinhos sensíveis a barulho, muitas vezes preferem um cão que não lata muito, para evitar contratempos e reclamações sobre o cãozinho.
Se você procura um cão que lata pouco, confira essa lista e escolha o seu amigo ideal. Lembrando sempre que cada cão é um cão, então, mesmo estando na lista dos cães que menos latem, alguns deles podem não seguir essa regra.
Ao clicar no nome de cada uma das raças, você vai conhecer um pouco mais sobre ela.

Como ter um gato bem educado?



por André Rosa

Diferente dos cachorros, os gatos convivem com os seres humanos há menos tempo e, talvez por este motivo, ainda gerem tantas dúvidas a respeito de seu comportamento em diferentes situações. Nos últimos anos, ouvi uma série de queixas de pessoas acostumadas com cães que acabaram adotando um gato, mas não sabiam como cuidar dele da maneira correta. Sempre digo aos meus clientes que enfrentam este tipo de situação que eles precisam deixar de tratar estes animais como se fossem da mesma espécie. Este é o primeiro passo para que tudo dê certo!

Muita gente acredita que os gatos são seres extremamente independentes e que não gostam de interagir com seus donos, mas isso não é verdade. É preciso entender como o gato “funciona” e levar em conta seus instintos para podermos explorar o que há de melhor nesta espécie tão cheia de mistérios. Caçadores por natureza, os felinos domésticos acabaram se adaptando à vida oferecida pelo homem, mas mudanças simples na forma como os tratamos são capazes de melhorar ainda mais nossa experiência com eles.

É bastante comum que os gatos domésticos tenham comida sempre à sua disposição e não façam nenhum tipo de esforço para conseguir um petisco ou agrado. Com os meus, porém, tentei algo incomum. Passei a estimulá-los a encontrar o alimento por meio de brincadeiras e jogos variados. Como resultado, consegui ensinar meus gatos a confiarem em mim a ponto de hoje poderem passear de coleira ao meu lado pelos shoppings de São Paulo.

Ao entender que gatos não suportam sujeira, sempre deixo suas caixas de areia extremamente limpas e nunca tive problemas com necessidades feitas fora do lugar. Ao invés de deixá-los soltos 24 horas por dia dentro de minha casa – hábito que muitas vezes gera a destruição de móveis -, passei a restringir o local em que ficam por algumas horas e tive como retorno animais mais calmos e interessados em tudo o que proponho.

Você também pode fazer o mesmo com o seu felino. Que tal tentar?



PETMAG

Ginástica para o cérebro pode melhorar relacionamento entre dono e pet



por André Rosa

A neuróbica, apesar de incomum, é um método que trabalha a mente, os sentidos e instiga os instintos dos animais, usando-os a favor da educação e da disciplina


Pouco se ouve falar sobre neuróbica, mas a verdade é que este pode ser um método muito vantajoso e eficaz no relacionamento entre dono e animal. Apesar da prática ainda ser incomum quando falamos de pets, posso dizer que tenho obtido resultados realmente incríveis e em pouquíssimo tempo.

Mas, afinal, o que é neuróbica? Neuróbica, em definição, é uma espécie de “ginástica para o cérebro” que visa um maior desenvolvimento da mente a partir da exclusão dos atos mecânicos e/ ou condicionados. De maneira geral, a neuróbica trabalha com diferentes sentidos ao mesmo tempo enfatizando cada uma das ações por meio de “exercícios” específicos.

Concentração, memória e sair da mesmice são alguns dos postos-chaves deste método que venho colocando em prática na educação de meus animais. Com a neuróbica, não introduzo ações novas à vida dos bichos, mas dou uma nova percepção daquilo que eles já fazem.

Exemplo: na alimentação, não deixo sempre que os bichos comam em suas tigelas de forma monótona e sem assimilarem esse ato a algo mais produtivo. Com os gatos, especialmente, os estimulo a andarem pela casa, subirem escadas ou realizarem algum outro tipo de movimento durante a refeição. Isso, além de tudo, instiga seus instintos naturais – algo comumente deixado de lado por nós, humanos.

Diversos estudos afirmam que a neuróbica, para seres humanos, faz com que desenvolvamos nossas habilidades motoras e mentais de modo diferenciado, pois nosso cérebro passa a criar novos padrões na atividade dos neurônios – e isso certamente é o que também acontece com nossos pets.

Contrariar a rotina e, com isso, obrigar o cérebro a “pensar diferente” é bastante simples, especialmente para os animais – que se habituam melhor e bem mais facilmente às novidades e mudanças no dia a dia. Fique ligado e, em breve, darei dicas do que pode ser feito com seu bicho, na sua casa.


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