Como ter um gato bem educado?



por André Rosa

Diferente dos cachorros, os gatos convivem com os seres humanos há menos tempo e, talvez por este motivo, ainda gerem tantas dúvidas a respeito de seu comportamento em diferentes situações. Nos últimos anos, ouvi uma série de queixas de pessoas acostumadas com cães que acabaram adotando um gato, mas não sabiam como cuidar dele da maneira correta. Sempre digo aos meus clientes que enfrentam este tipo de situação que eles precisam deixar de tratar estes animais como se fossem da mesma espécie. Este é o primeiro passo para que tudo dê certo!

Muita gente acredita que os gatos são seres extremamente independentes e que não gostam de interagir com seus donos, mas isso não é verdade. É preciso entender como o gato “funciona” e levar em conta seus instintos para podermos explorar o que há de melhor nesta espécie tão cheia de mistérios. Caçadores por natureza, os felinos domésticos acabaram se adaptando à vida oferecida pelo homem, mas mudanças simples na forma como os tratamos são capazes de melhorar ainda mais nossa experiência com eles.

É bastante comum que os gatos domésticos tenham comida sempre à sua disposição e não façam nenhum tipo de esforço para conseguir um petisco ou agrado. Com os meus, porém, tentei algo incomum. Passei a estimulá-los a encontrar o alimento por meio de brincadeiras e jogos variados. Como resultado, consegui ensinar meus gatos a confiarem em mim a ponto de hoje poderem passear de coleira ao meu lado pelos shoppings de São Paulo.

Ao entender que gatos não suportam sujeira, sempre deixo suas caixas de areia extremamente limpas e nunca tive problemas com necessidades feitas fora do lugar. Ao invés de deixá-los soltos 24 horas por dia dentro de minha casa – hábito que muitas vezes gera a destruição de móveis -, passei a restringir o local em que ficam por algumas horas e tive como retorno animais mais calmos e interessados em tudo o que proponho.

Você também pode fazer o mesmo com o seu felino. Que tal tentar?



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Ginástica para o cérebro pode melhorar relacionamento entre dono e pet



por André Rosa

A neuróbica, apesar de incomum, é um método que trabalha a mente, os sentidos e instiga os instintos dos animais, usando-os a favor da educação e da disciplina


Pouco se ouve falar sobre neuróbica, mas a verdade é que este pode ser um método muito vantajoso e eficaz no relacionamento entre dono e animal. Apesar da prática ainda ser incomum quando falamos de pets, posso dizer que tenho obtido resultados realmente incríveis e em pouquíssimo tempo.

Mas, afinal, o que é neuróbica? Neuróbica, em definição, é uma espécie de “ginástica para o cérebro” que visa um maior desenvolvimento da mente a partir da exclusão dos atos mecânicos e/ ou condicionados. De maneira geral, a neuróbica trabalha com diferentes sentidos ao mesmo tempo enfatizando cada uma das ações por meio de “exercícios” específicos.

Concentração, memória e sair da mesmice são alguns dos postos-chaves deste método que venho colocando em prática na educação de meus animais. Com a neuróbica, não introduzo ações novas à vida dos bichos, mas dou uma nova percepção daquilo que eles já fazem.

Exemplo: na alimentação, não deixo sempre que os bichos comam em suas tigelas de forma monótona e sem assimilarem esse ato a algo mais produtivo. Com os gatos, especialmente, os estimulo a andarem pela casa, subirem escadas ou realizarem algum outro tipo de movimento durante a refeição. Isso, além de tudo, instiga seus instintos naturais – algo comumente deixado de lado por nós, humanos.

Diversos estudos afirmam que a neuróbica, para seres humanos, faz com que desenvolvamos nossas habilidades motoras e mentais de modo diferenciado, pois nosso cérebro passa a criar novos padrões na atividade dos neurônios – e isso certamente é o que também acontece com nossos pets.

Contrariar a rotina e, com isso, obrigar o cérebro a “pensar diferente” é bastante simples, especialmente para os animais – que se habituam melhor e bem mais facilmente às novidades e mudanças no dia a dia. Fique ligado e, em breve, darei dicas do que pode ser feito com seu bicho, na sua casa.


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9 cuidados com seu cão na hora do passeio



por Andressa Gontijo


A hora do passeio é a mais feliz para um cão, pois além de ele fazer suas necessidades, ainda aproveita para se socializar, desestressar e se divertir.

Mas você sabe com o que deve preocupar durante um passeio?

Aqui estão os nove itens que você ou seu passeador deverão sempre ficar atentos:

Qual o grau de energia de seu cão: Cachorros muito ativos precisaram de uma caminhada mais longa e intensa para que possam gastar a energia, porém temos que nos preocupar em dobro com os cães com baixa atividade, já que poderão ser idosos, ou de raças que não aguentam uma caminhada tão intensa.

Tempo de caminhada: cuidado, se seu cão não caminha muito tempo e de repente você resolve que ele precisa caminhar muito. Todo animal precisa de um preparo, assim como nós, começar com caminhadas curtas e, aos poucos, ir aumentando é o ideal.

Escolha o horário certo: procure sair com seu cão nos horários de sol mais leve. Evite passear entre 10h e 16h, quando – no verão – o sol aquece muito o asfalto, podendo causar queimaduras graves nas patinhas do seu amigo.

Hidratação e proteção solar! Fique de olho no comportamento do seu cão. Ofereça pausas para um pouco de água, levando sempre uma garrafinha com você. Também não se esqueça de protegê-lo do sol, no caso dos animais de pelos claros. Pergunte ao seu veterinário sobre os filtros solares mais indicados ao seu cão.

Atente-se a outros animais na rua, assim como pessoas e crianças: enquanto você caminha com seu cão, sua atenção deve estar voltada a ele e aos demais que passam por você. Nunca saberemos quando o cão irá estranhar algo ou alguém, assim como também não sabemos se chegará algum animal perto que possa estranhá-lo. Ficar atento a tudo a sua volta e às reações de seu cão é extremamente importante.

Raças que precisam de focinheira:
para algumas raças como o pit bull, por exemplo, é obrigatório o uso de focinheira. Cuidado na escolha do acessório, que deve deixar a boca do animal abrir para colocar a língua para fora. Focinheiras que fecham por completo a boca do cão não são para caminhadas, e sim para contenção em procedimentos veterinários.

Cuidados com a saúde do seu cão: sempre monitore a saúde do seu cão como rotina, porém cães que passeiam deverão receber cuidados ainda mais especiais quando em relação aos vermífugos, vacinas e antipulgas. Sempre esteja com tudo isso em dia.

Coleiras: saber escolher a coleira certa para seu cão é muito importante, não escolha pela beleza, e sim pela funcionalidade. Cães que puxam demais não podem usar peitorais, assim como cães que com problemas de coluna não devem usar as de pescoço. Peça a orientação do veterinário para ajudar nessa escolha correta.

Ele está feliz? O passeio serve para deixar seu cão feliz e voltar para casa mais tranquilo. Aproveite esse momento para desestressar também, e fazer um bom exercício!




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FÉRIAS: 9 dicas para escolher o lugar certo para o seu pet



Veja aqui algumas questões para pensar antes de fazer a escolha:

Meu pet é um cão muito novo ou muito velho: Para animais muito jovens que ainda não estão com todas as vacinas, o ideal é que ele fique dentro de sua casa e receba os cuidados lá. Os idosos, por sua vez, não querem muita bagunça por perto. Indicação: Pet Sitter

Meu pet é um cão adulto cheio de energia:
Animais com muita energia precisarão de bastante cuidado. Para eles, o ideal é, ou que estejam em casa e recebam cuidados várias vezes por dia, ou hospedem-se em um hotel. Indicação: Pet Sitter ou Hotel

Meu pet é um cão e tenho receio de que ele pegue doenças, pulgas e carrapatos: Bem, neste caso, o ideal é que ele fique dentro de sua casa e receba os cuidados lá. Mesmo em hotéis onde os animais não ficam com grande contato, essa possibilidade existe. Ainda que estejam com antipulgas, os pets poderão carregar pulgas e carrapatos vivos e disseminar para os outros hóspedes. Indicação: Pet Sitter

Meu pet é um cão muito carente, que não fica nunca sozinho: O ideal para ele será a hospedagem domiciliar (o animal ficará hospedado na casa de alguém) ou até mesmo em hotéis, porém certifique-se de que na hospedagem domiciliar a pessoa irá ficar com o pet de verdade. Muitas pessoas que dizem fazer hospedagem domiciliar, colocam diversos cães em uma mesma casa, e o dono da casa passa o dia todo fora, trabalhando, enquanto os animais ficam lá. Tenha certeza do local que você está deixando seu pet. Indicação: Hospedagem domiciliar ou Hotel

Meu pet é um gato bastante brincalhão e sociável: Mesmo seu gato sendo sociável, não significa que ele ficando em um hotel ou algo do tipo irá ficar bem. Para os felinos, um local novo, com uma nova rotina, é sempre bem estressante. Claro que alguns até ficam bem, porém a maioria dos felinos não gosta de sair de seu ambiente. Indicação: Pet sitter

Meu pet toma medicação diariamente: se seu pet toma medicação diária, o ideal é que você tenha certeza que a pessoa irá continuar com essa aplicação e de forma correta. Neste caso, ele poderá ficar em qualquer local, desde que a pessoa esteja apta a isso, então se certifique de que a pessoa saiba realmente medicar. Treinamentos e cursos são importantes para quem cuida de animais, exija isso do seu cuidador de animais. Indicação: Pet Sitter, Hotel, ou Hospedagem domiciliar.

Eu tenho receio dos locais e serviços para pets: essa é uma questão comum, com tantos maus-tratos e locais que só cuidam de bichos por dinheiro, a dúvida surge na cabeça dos tutores. Busque então um local com boas indicações, de confiança, quem sabe que possua câmeras. Afinal se não fazem nada de errado não têm motivo para esconder, certo? Existem muitos hotéis que têm câmeras e serviços de pet sitter também. Indicação: Pet sitter ou Hotel

Meu pet é um animal silvestre (roedor, aves, peixes, repteis, etc): Os silvestres se estressam bastante quando saem de seu ambiente. Para eles, o simples transporte pode ser ruim. Se ele já está acostumado a sair, tudo bem deixá-lo em um hotel, mas se ele não está acostumado, deixe-o em casa e chame uma pet sitter que saiba cuidar de animais silvestres. Indicação: Pet Sitter

Meu pet é muito antissocial com outros animais: Ficar dentro de sua casa é a melhor escolha. Até porque raramente hotéis aceitam animais bravos, a hospedagem domiciliar também não é recomendada, a não ser que a pessoa que irá hospedá-lo garanta que ele não terá contato com nenhum outro animal durante a estadia. Indicação: Pet Sitter.

Sempre veja as referências das empresas, saiba quem cuidará do seu amigo. É muito importante saber se existem boas indicações, se a empresa se responsabiliza por possíveis problemas ou se está apenas terceirizando serviços.

Lembre-se sempre: seu animal de estimação é um membro da família e você querer todo o cuidado com ele, certo? Então sempre busque o melhor!

Sete problemas que causam diarreia nos filhotes

Um problema muito comum que acomete filhotes de cães é a diarreia. A gravidade da disfunção intestinal pode variar de leve a muito grave, podendo até ser fatal, dependendo da causa, que nem sempre pode estar relacionada com a alimentação. Confira algumas situações que podem provocar a diarreia:
Vermes

Entre as causas mais comuns da diarreia em filhotes estão os vermes, como lombrigas, tênias e parasitas. Muitos cachorrinhos nascem ou os adquirem logo após o nascimento, a partir do leite da mãe. O ponto positivo é que, na maioria dos casos, os vermes geralmente são fáceis de tratar. Por isso, é importante verificar com o veterinário com que frequência seu cão deve tomar o vermífugo.
Protozoários parasitas

Assim como os vermes, os protozoários parasitas também podem causar sintomas. Eles se alojam no trato gastrointestinal do bichinho. Diferente dos vermes, estes parasitas são organismos unicelulares. Os protozoários mais comuns encontrados nos filhotes são os coccídeos e a giárdia. Esses dois parasitas são razoavelmente fáceis de tratar. No entanto, eles têm facilidade em provocar desidratação, o que pode trazer sérias complicações ao pet.

Mudanças na alimentação

Muitas vezes, os donos mudam a dieta de seus filhotes radicalmente. A intenção pode até ser boa, ao oferecer um alimento mais nutritivo, por exemplo, mas cuidado ao trocar a comida da qual ele está acostumado por outra. Independentemente disso, as mudanças bruscas frequentemente acarretam em problemas para o trato intestinal do filhote e aí se dá a diarreia. O correto é fazer a mudança de forma gradual, num espaço entre 7 e 10 dias. Uma dica é misturar um pouquinho do novo alimento com o que ele está acostumado a consumir. Faça a substituição de forma gradual.

Estresse

O estresse é um fator conhecido como causador de diarreia em muitos de nós e nos filhotes também. Ter sido separado de sua mãe e de seus irmãozinhos, e passar a morar em uma nova casa e ter uma nova família podem ser o suficiente para causar a diarreia em alguns cachorros.
Comer objetos estranhos

Assim como as crianças, os filhotes são curiosos e aprontam das suas. É comum vê-los com objetos estranhos na boca, e é aí que mora o perigo, pois quando ingeridos, podem ser um potencial para a doença. Um sinal que pode denunciar que o bichinho comeu o que não deveria comer é a diarreia. Porém, em algumas situações, esses objetos podem se alojar no estômago ou intestino, causando obstrução e tornando-se potencialmente fatal.

Parvovirose canina

A parvovirose canina, também chamada de parvo ou CPV, é uma doença viral que pode ser facilmente transmitida pelo contato com as fezes de cães infectados. Muitas vezes a parvovirose pode ser fatal para os filhotes. Os sintomas de que os cachorrinhos estão com parvovirose são diarreia, vômitos, falta de apetite, letargia e desidratação.
Coronavírus canino e outras doenças

Além do parvovírus, outros vírus também podem infectar os filhotes e causar diarreia. Entre elas, está o coronavírus canino. Embora não seja tão grave quanto a parvovirose, essa virose pode deixar o cachorro muito doente.

Outros sintomas

Um dos sinais de que o cãozinho está com problemas intestinais é o hábito de comer grama. Isso acontece para estimular o vômito. Perda de apetite, fezes com a presença de muco ou sangue, náuseas, perda de peso e flatulências também podem ser sintomas de problemas no trato intestinal. Fique atento ao comportamento do seu pet!

Como tratar a diarreia em filhotes?

Considerando que as causas podem ser variadas, é necessário que um médico veterinário avalie e dê o diagnóstico do paciente. Com base nisso, ele irá escolher o melhor remédio para diarreia e a dieta ideal para que o animal se recupere.

Se o seu filhotinho está sofrendo de diarreia, não está comendo e estiver vomitando, saiba que isso não se resolve de uma hora pra outra. A melhor coisa a fazer é levar seu pet ao veterinário para uma consulta. Se possível, leve uma amostra das fezes para que o veterinário examine.

Avanços científicos dobram expectativa de vida de animais



por Adilson Félix Fraga Jr.

Especialização de veterinários e adaptações de técnicas e tratamentos aos biótipos de quatro patas aumentaram a média de vida de animais domésticos de 9 para 18 anos.

Com tantos problemas que estamos vivendo ultimamente, com o aumento incessante da inflação, a recessão da economia e o aumento do desemprego, uma excelente notícia para quem cria cães em seus lares. O progresso e a tecnologia da medicina veterinária dobrou a expectativa de vida dos nossos melhores amigos, que passou de 9 para 18 anos. Um dos principais avanços refere-se à especialização dos veterinários, assim como ocorre na Medicina Humana, englobando oncologistas, endocrinologistas e intensivistas.

Nos idos dos anos 70 havia, apenas, um tipo de vacina para a raiva, cuja campanha é de responsabilidade governamental e acontece tradicionalmente no mês de agosto. Atualmente, existem cinco modelos de aplicações que cobrem quinze doenças letais. Os aparelhos de diagnósticos são ultramodernos com capacidade de apontar com eficácia o problema do paciente canino. Tomógrafos mapeiam com excelência todo o organismo do cão proporcionando ao veterinário, uma precisão ao qual ele não dispunha no passado.

Na realidade, a grande sacada da medicina veterinária foi adaptar ao biótipo de quatro patas o que existe de mais avançado na medicina humana. As agulhas para retirada de sangue, por exemplo, nos cães são mais finas, pois os vasos caninos tem a metade do calibre dos vasos humanos. Estes avanços científicos passaram pelas áreas de Genética, Biotecnologia e Fisiologia proporcionando expressivos melhoramentos nos sistemas de produção animal. No setor público, muitos prefeitos e governadores desenvolveram políticas de Saúde Veterinária.

Amor como o melhor remédio: apesar de toda revolução tecnológica e incrementos da veterinária, que permite uma melhor qualidade de vida ao nosso melhor amigo, nada substitui o carinho humano para a plena saúde canina. O animal reconhece o padrão de preocupação humana com as suas dores e esta atitude se constitui numa ferramenta poderosa para a sua recuperação imediata ou no processo de uma cura. Como na nossa vida cotidiana, ambientes agradáveis e seguros proporcionam estágios de maior felicidade, seja para um animal racional ou o dito irracional.

AGRADECIMENTO – FEIJUCA AMIGA VEGANA



Quintal de São Francisco e seus velhuskos, juntamente com o Santuário Terra dos Bichos e as Porcas Marias, AGRADECEM o comparecimento dos Amigos, Colaboradores, Voluntários, Bazaristas e parceiros na Feijuca Amiga realizada no último domingo (28/05). 

Foi um dia agradável e emocionante. A feijoada estava deliciosa, a música, o ambiente e muito especialmente a presença de pessoas queridas que jamais deixam de prestigiar os eventos do Quintal de São Francisco. 

Quintal de São Francisco - abrigo de cães e gatos idosos e indesejados pela sociedade e que possuem necessidades especiais, inerentes a idade. Hoje as despesas mensais giram em torno de R$10.000,00 e R$12.000,00.

Santuário Terra dos Bichos - mantém acolhidos vários animais retirados de sofrimento e de corredor da morte como as mais de 100 porcas "MARIAS", vítimas do caminhão que tombou no Rodoanel, no ano de 2015. Hoje as despesas mensais giram em torno de R$20.0000,00 e R$25.000,00, sendo que a ONG está na eminência de ter os animais recolhidos pela Vigilância Sanitária por não ter local adequado para despejar os dejetos da porcas. Quem puder continuar ajudando pode contribuir na Vaquinha Online para arrecadar o dinheiro necessário. 

Na FEIJUCA AMIGA VEGAN foram vendidos 110 convites que, somados a venda de refrigerantes, resultaram numa valor líquido de R$1788,40 para cada entidade.


SEM A COLABORAÇÃO DE TODOS NÃO TERÍAMOS REALIZADO ESTE EVENTO. 


Obrigada Cintia Frattini, presidente do Santuário Terra dos Bichos, pela parceria !!!


28/05 - 1º VEIJUCA AMIGA VEGAN

A melhor FEIJOADA VEGANA quem faz é a Cintia Frattini, fundadora do Santuário Terra dos Bichos. Você não pode perder a oportunidade de experimentar esta delícia e ainda ajudar duas ONGs de proteção aos animais.
O Santuário Terra dos Bichos se uniu ao Quintal de São Francisco para fazer a 1º FEIJUCA AMIGA VEGAN, com a finalidade de angariar fundos e manter suas atividades.
No evento também haverá um Bazar com produtos de vestuário, decoração, presentes, bijuterias, doces e bolos, música dos anos 60,70,80 e os produtos da Dog’s Sleep para seus peludos neste inverno rigoroso.

Santuário Terra dos Bichos - mantém acolhidos vários animais retirados de sofrimento e de corredor da morte como as mais de 100 porcas "MARIAS", vítimas do caminhão que tombou no Rodoanel, no ano de 2015.
Quintal de São Francisco - abrigo de cães e gatos idosos e indesejados pela sociedade e que possuem necessidades especiais, inerentes a idade.
28/05 das 12h às 17h – à Rua Teodureto Souto, 592 – Cambuci – Paralela da Avenida Lins de Vasconcelos – CONVITE – R$ 50,00 (venda limitada) 11-2062-8263 ou e-mail quintalfrancisco@terra.com.br

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Gatos ignoram seu chamado propositalmente



Seu peludo não é o único, gatos tendem a ser esnobes, mas sabe por quê?

Estudantes da universidade de Tóquio testaram a relação entre chamados e gatos. Para isso, pediram a 20 donos de gatos para gravarem a própria voz enquanto chamavam pelo bichinho.

Então visitaram as 20 casas testadas. Quando os donos não estavam perto dos pets, colocaram as gravações para tocar, primeiramente dos donos e depois de outros três estranhos, ambos chamando por eles.

Foi analisada a forma que os bichanos moviam as orelhas, rabo e cabeça, dilatação dos olhos e se mexiam as patas. A resposta era maior quando era a voz dos donos frente às demais gravações. Mas o fato é que os gatos preferiam não sair do lugar.

Em resumo, a pesquisa mostra que os gatos não atendem aos donos quando estão fora do alcance de sua visão, mesmo reconhecendo a voz.

Diferentemente dos cães, gatos não foram domesticados para obedecerem a ordens vindas de humanos. Eles são independentes, o que às vezes é confundido com arrogância.

De qualquer forma, não deixam de ser fofos e apaixonantes.

Fonte: Superinteressante

Gatos: o que está por trás de tanto sono?



Um gato passa quase dois terços da sua vida inteira dormindo, mas tudo isso tem uma explicação!

Os gatos sempre levam a fama de dorminhocos e até de preguiçosos, mas a realidade é bem diferente.

Eles são felinos com um instinto caçador, especialmente durante o período noturno e apesar de domesticados, não perderam essa característica mais selvagem. Isso fica bem claro quando brincam de esconder e atacar ou ao tratar seus brinquedos como se fossem presas.

Quando vemos um gato dormindo, nem sempre é do modo mais profundo. É muito comum vê-los com as patas junto ao corpo e a cabeça erguida, ou até mesmo sentados, sempre em uma posição em que os músculos deem suporte para seu corpo. Nesses momentos eles não estão dormindo profundamente.

Cerca de 70% do sono dos gatos, não é profundo e eles continuam a captar informações do ambiente que os rodeia, como cheiros e sons. Caso percebam algo que lhes despertem a atenção, como o pequeno barulho de um rato ou cheiro de comida, são capazes de acordar instantaneamente.
Já quando estão em profundo sono, relaxam completamente a ponto de que até o funcionamento do seu cérebro chega a mudar. Nessa situação eles já não acordam com tanta facilidade, pois estão mais lentos. Eles bocejam e até espreguiçam para despertar por completo.

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Por que animais de grande porte vivem menos do que os pequenos?



Cães grandes têm processo de envelhecimento mais acelerado e tendem a crescer e envelhecer muito mais rápido


Na escala evolutiva, animais de grande porte, de diferentes espécies, tendem a viver mais dos que os de pequeno porte. Agora, entre os de mesma espécie, acontece o contrário.

Cachorros pequenos possuem predisposição a viver de 10 a 14 anos e os grandes de 5 a 8 anos. Eles vivem menos. É triste, mas é verdade.

Os motivos não são totalmente compreendidos, porém, um estudo realizado na Universidade de Chicago revelou as possíveis razões.

A pesquisa avaliou índices de mortalidade do banco de dados médico veterinário de cães que frequentaram os hospitais por toda a América do Norte.

Informações de 56.637 cachorros de 74 raças diferentes foram coletadas. Tipo de raça, sexo, tamanho de porte e data de morte dos períodos de 1984 até 2014.

Conclusão do estudo

Os cães de porte grande possuem processo de envelhecimento mais acelerado, ou seja, crescem e envelhecem muito mais rápido.

São mais propensos a problemas de saúde, tumores, desordens comportamentais e problemas gastrintestinais, todos ligados ao crescimento acelerado.

Independentemente do tempo vivido pelo pet, devemos oferecer condições dignas para ele crescer e viver bem ao nosso lado.

Em troca, você receberá um amigo companheiro, afetuoso e com amor incondicional para oferecer. Vale a pena, não é mesmo?

Dermatite pode ser sinal de estresse



Feridas, coceiras e lambidas compulsivas são sinais de que algo pode estar errado com o comportamento do seu amigo


Muitas vezes o problema de pele no pet pode ser sinal de que o animal está estressado e o problema pode ser psicológico, devemos ficar atentos e reconhecer os sintomas para oferecer um tratamento adequado.

Problemas de pele em pets podem ser mais comuns do que se imagina, mas primeiro a causa deve ser identificada para depois procurar uma solução. O problema de pele cujo culpado é o stress chama-se dermatite psicogênica ou granuloma de lambedura.

Este problema de pele é caracterizado por feridas de aspecto grosseiro e, às vezes, podendo até virar uma ulceração, normalmente é localizada nas extremidades do animal, mas isso não é regra.

Infecções fúngicas ou bacterianas, traumas, alergias, neoplasias, hipotireoidismo, osteopatia entre outros devem ser descartados. Em alguns casos o diagnóstico fica mais difícil, pois as duas causas podem estar associadas.

Assim como nós, os pets ficam tristes e estressados. Eles são seres muito sensíveis aos estímulos externos e qualquer mudança no ambiente ou da rotina os afeta brutalmente. Os donos de pets devem ficar atentos ao comportamento do animal e sempre verificar se há feridas pelo corpo do bichano.

O problema começa com lambidas compulsivas no mesmo lugar, basicamente o animal lambe até virar ferida, e o machucado não cicatriza pois ele continua lambendo. É um problema que afeta tanto gatos quanto cachorros.

Sintomas e sinais da Dermatite Psicogênica

Ferida de placa firme e de aspecto grosso;
Formato da ferida oval e espessado;
Ausência de pelos no local da ferida;

Fatores e possíveis causadores

Tédio;
Falta de estímulo ambiental;
Ansiedade de separação;
Chegada de um novo animal ou bebê;
Alterações da rotina;
Fobia por barulho;

Fatores que predispõem o animal
Predisposição racial;
Estilo de vida;
Natureza do animal ser nervosa;
Tratamento

É de extrema importância levar seu animal ao veterinário para que ele possa ser diagnosticado corretamente e receber o tratamento apropriado.

Cachorros sabem identificar donos mentirosos



Experimento realizado no Japão comprova que cães sabem reconhecer quando estamos tentando enganá-los


Os cães podem parecer bobos ao correr atrás de seus rabos, mas pense bem antes de tentar enganar seu cão, ele lembrará. Um estudo liderado pelo pesquisador japonês Akiko Takaoka, da Universidade de Kyoto, testou a capacidade dos animais em reconhecer a mentira.

Participaram 34 cachorros domésticos. Na primeira rodada, um pesquisador indicava para o cão onde encontrar brinquedos e petiscos. Na segunda vez, o mesmo pesquisador indicava a direção errada dos brinquedos e petiscos. Na terceira, os cães não obedeciam às ordens do pesquisador que mentiu.

Em outra rodada de testes, os voluntários mentirosos foram substituídos por novas pessoas. A primeira parte foi repetida, indicações de um caminho onde estariam petiscos e brinquedos foram dadas e os cachorros seguiram as direções.

Ao conhecer pela primeira vez um humano, os cães depositam um primeiro sinal de confiança. Depois de passado o momento de excitação, eles obedecem e seguem comandos de pessoas que eles já confiam ao observar seus atos. Eles lembram quem os enganou ou não.

Segundo os pesquisadores, os cães possuem uma sofisticada inteligência social, e essa capacidade foi evoluída na convivência dos cães com os humanos ao longo de toda a evolução.

Vejam neste vídeo reações hilárias de cachorros sendo enganados por um mágico:


 

Ração seca ou úmida: qual a opção ideal para seu gato?



Seu peludo tem tártaro ou sofre de problemas renais? Fique de olho nas dicas para escolher a alimentação mais adequada para ele

Quando o assunto é alimentação, sempre surgem dúvidas sobre o que oferecer aos pets. Para os gatos, além da marca e sabor, uma das questões é se é preferível oferecer a ração seca ou ração úmida.

Na verdade, uma não é melhor do que a outra, elas são diferentes e cada uma delas consegue entregar o que o seu gato precisa.

Os alimentos secos, normalmente, são mais baratos e fáceis de armazenar, já que podem ser deixados expostos por mais tempo para que seu gato alimente-se durante o decorrer do dia. Os alimentos úmidos, em sua maioria, parecem ser mais palatáveis aos gatos, logo, são mais fáceis de ser inseridos na alimentação, principalmente se o gato tiver um paladar mais exigente.

Para gatos com tendências a problemas urinários, o alimento úmido é uma boa pedida, pois favorece a ingestão de líquidos e diminui a possibilidade de cálculos renais.

Já para os gatinhos com propensão ao tártaro, a ração seca pode ajudar na manutenção dos dentes. Isso porque o atrito do alimento duro com os dentes promove também uma limpeza – mas não dispensa a escovação.

Os dois tipos de alimento são nutricionalmente completos e oferecem o que o seu gato precisa.

Para esclarecer de vez essa dúvida é sempre bom consultar um veterinário, pois ele é quem vai entender melhor todas as necessidades do seu gato e poder avaliar e indicar a melhor opção para ele.

Cães e gatos pegam gripe de humanos?



Diferentemente dos cães, os gatos podem ser contaminados pelo vírus da gripe de pessoas, já os humanos não são capazes de pegar gripe de gatos


Você sabia que os cães ficam doentes apenas se contaminados por outros cães? Já os gatos estão suscetíveis a pegar gripe ou resfriado de humanos.

Porém, nós não podemos pegar o vírus de gatos. O vírus da gripe acopla-se ao sistema respiratório dos felinos, como acontece em humanos, segundo Scott Weeze, professor de Medicina Veterinária no Canadá. O vírus H1N1 foi encontrado também em gatos nos Estados Unidos, em 2009.

Apenas em 1979, por meio de pesquisas, ficamos sabendo que gatos podem ficar gripados. Para os cães, o mesmo foi atestado somente em 2000.

Essa questão é alvo de pesquisas desde então, pois o vírus da gripe pode modificar-se muito facilmente e precisa ser monitorado de perto.

Os sintomas nos pets são similares aos nossos e incluem problemas respiratórios, coriza no nariz, olhos lacrimejantes e fadiga.

Se você observar sintomas de gripe no seu pet, leve-o ao veterinário e receba orientações para tratamento adequado. E se você estiver doente, procure lavar sempre as mãos antes de tocar no seu bichano.

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O enigma por trás dos acumuladores de animais. Amantes ou monstros?



Você já parou para pensar nos motivos que levam alguém aviver com centenas de animais e em condições precárias?

A questão é mais complexa do que se imagina.

Ao imaginar um acumulador de animais, a imagem estereotipada de uma senhora idosa que vive sozinha em meio a milhares de gatos é a mais lembrada.

Esta imagem pouco retrata a realidade. Ela perde-se na figura de homens e mulheres,sem distinção de status social ou idade.

Há casos registrados de acumuladores de gatos e cachorros, mas também existe o caso de uma mulher que tinha muitos porcos, e outra que encomendava castores de outra cidade.

Os casos são impressionantes e, antes de fazer algum julgamento, devemos tentar compreender a situação para, dentro de nosso alcance, tomar alguma atitude.

Os acumuladores, em sua maioria, acreditam que são responsáveis por salvar os gatos e cachorros, mesmo não tendo espaço e comida suficiente. Porém, nem sempre são amantes de animais.

Na maioria das vezes, sofrem algum tipo de desordem psiquiátrica, como transtornos obsessivos compulsivos, por exemplo.

A pessoa não percebe seu problema e oferece resistência para que seus animais sejam levados para serem tratados ou doados. Possuem extremo apego por eles.

Também não reconhecem passar algum tipo de necessidade em criar tantos bichos, mesmo estando óbvio para quem olha de fora.

Os gatos, por serem seres independentes, pequenos e “fáceis” de criar são um dos alvos preferidos dos acumuladores.

Quando há sofrimento animal, sem dúvidas uma atitude deve ser tomada. Você pode contatar uma ONG para eles tentarem dialogar e tratar alguns animais com urgência, mas a responsabilidade é do serviço público.

Portanto, não deixe de avisar as autoridades e a Prefeitura. Veja como denunciar casos de maus-tratos.

Gatos gostam mais de humanos do que de comida



O estudo afirma que os animais não são blasé, a gente é que não sabe estimulá-los

“Eu gosto de cachorro, porque gato é muito blasé”.

Essa é a frase que, muito provavelmente, todo dono de gato deste planeta já ouviu.

Mas agora, amantes de gato, vocês têm uma nova aliada na luta para provar que, na verdade, os gatos são bichinhos muito amáveis: a velha companheira da SUPER, a ciência.

Um novo estudo da Universidade de Oregon está cravando: os gatos não só gostam dos humanos como, pasmem, gostam mais de humanos do que de comida.

Para provar isso, os cientistas americanos resolveram pegar 50 animais, (vindos tanto de abrigos como de casas) e os isolaram de tudo.

Isso significa que os felinos ficaram, por algumas horas, separados de qualquer tipo de estímulo, visual, olfativo, gustativo ou auditivo.

Depois disso, os animais eram colocados em uma sala dividida em quatro quadrantes, cada um com uma coisa para chamar a atenção do animal.

Em um canto havia um brinquedo do bichano, em outra um lenço com um cheiro que o bichinho gosta, em um terceiro lado havia comida, e, em outra ponta, um humano sentado.

Os resultados mostraram que em 50% dos casos os animais preferiram se aproximar da pessoa, enquanto só 37% dos animais preferiram o alimento.

O estudo ainda apontou que não houveram diferenças significativas entre os resultados dos gatos domésticos e os gatos de abrigo, e deu dicas das preferências dos felinos.

Os animais preferiram peixe a carne; e brinquedos que se mexem sozinhos do que objetos estáticos.

A ideia é que a pesquisa ajude a entender melhor o animal, para que seja possível avançar nos métodos de adestramentos de gatos e até para criar ambientes mais amigáveis à eles.

“A crença de que gatos não são muito sociáveis ou possíveis de treinar é bem comum. Mas essa falta de conexão talvez seja, em parte, pela falta de conhecimento sobre que tipo de estímulo esses animais preferem, e o que é mais impactante, quando se pensa em motivá-los”, afirmam os pesquisadores na conclusão do estudo.

A lição que fica é que não dá pra saber se o gato de Schrödinger estava vivo ou morto, mas dá pra chutar que muito provavelmente ele estava afim de um carinho.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

5 motivos para deixar o cachorro dormir na sua cama



Eles transmitem segurança, deixam o sono mais tranquilo e são uma companhia quentinha para os dias de inverno

Toda noite é aquele dilema: “será que eu deixo meu cachorro dormir comigo?”. A ideia de passar a noite com seu melhor amigo ao pé da cama é deliciosa, considerando que ficamos grande parte do dia longe dele.

Mas devemos mesmo criar este hábito? Se você procura razões para responder “sim!” em alto e bom som, nós te ajudamos com os argumentos!

1. Cães ajudam a reduzir nossa ansiedade

Estudos comprovam que cães ajudam a diminuir a ansiedade das pessoas. É até possível encontrar cães que acompanham pessoas com Ansiedade Generalizada e Síndrome do Pânico, como forma de trabalho. Elesoferecem estímulo paraos pacientes conseguirem sair de casa, deixando-os mais calmos e relaxados. Quando dormimos com nosso cachorro, o mesmo acontece e o sono tende a ficar mais tranquilo e profundo.

2. Cães transmitem segurança

Um som estranho na casa durante a noite provavelmente fará seu cachorro latir. Isso fará com que você se sinta muito mais seguro quando seu cachorro estiver com você.

3. Cachorros simplesmente amam dormir na nossa cama

Que cachorro neste mundo não gosta de deitar na cama do dono? Existem até mesmo aqueles que esperam a saída dos humanos para se refestelarem nos lençóis, como você pode ver no vídeo abaixo! Se a vida deles é tão curta, será que vale mesmo privá-los deste prazer?

4. Cães são gostosos de abraçar e agarrar

Fale a verdade: tem coisa melhor do que um belo abraço do seu cachorro quando vocês estão deitados na cama? É o melhor “boa noite” que existe e o melhor “bom dia” que você irá encontrar.

5. Reafirma sua liderança na matilha

Faz parte do instinto animal: na matilha, cães dormem ao lado do líder. Dormir junto com seu cão reforça sua posição de liderança e os laços entre vocês dois.

Vale lembrar que, apesar de ser uma tentação, dormir com seu cão exige higiene. Use lenços umedecidos para limpar patas depois de passeios e partes íntimas após as necessidades. Manter seu cão sempre de banho tomado e pelos escovados também é essencial para manter a saúde de todo mundo em dia.



 


PETMAG

Quais os significados dos miados do seu gato?



Você sabia que os gatos têm sons específicos para demonstrar saudade, fome, felicidade e até dor? 
Aprenda a reconhecê-los

Por não conseguirem demonstrar seus sentimentos por meio de expressões faciais, os gatos possuem uma vasta comunicação, emitindo sons.

Miados

Ao miar, eles podem emitir diversas frequências de sons e cada uma possui um significado. Miados curtos, normalmente, são mais frequentes em atividades cotidianas, como ao ouvir o chamado do dono ou quando está com fome.

Já os miados mais longos, são emitidos quando os gatos estão com dores, feridos ou por fêmeas no cio. Se além de longos, os miados forem agudos, significa que o gato está “exigindo” algo, como por exemplo, ser alimentado naquele momento.

Os miados fracos, quase inaudíveis, podem ser considerados miados de saudade; normalmente os gatos emitem esse som quando reencontram seu dono, horas depois de terem passado algum tempo distante um do outro.

Ronronar

O ato de ronronar é, considerado por muitos, uma expressão de felicidade dos gatos. Mas já foi comprovado que o som pode ser emitido mesmo quando estiverem aborrecidos, machucados ou até sentindo-se ameaçados.

Os “ronrons” são emitidos pela vibração dos músculos da laringe e do diafragma do gato e ele consegue fazer isso ao mesmo tempo em que inspira e solta o ar.

Um estudo publicado pela Scientific American aponta que ronronar pode melhorar a densidade dos ossos e contribuir para a autocura dos gatos, em casos de ferimentos ou doenças.

Gato de apartamento: dicas para você cuidar do seu bichano!



Telas de proteção e alguns cuidados específicos são necessários para se criar felinos em apartamentos. 
Entenda como fazer para o seu gato viver bem em um apê

Não é novidade que os gatos são animais muito independentes e adaptáveis, porém a rotina de um apartamento fechado pode estressar e colocar em risco seu amigo felino, pois sua natureza exploradora e aventureira pode causar sérios acidentes.

Tenha em mente que o apartamento precisará de telas de proteção. Ao contrário do que se diz por aí, gatos não tem sete vidas e devido ao seu espirito explorador, podem acabar se acidentando.

Adquira brinquedos para que a rotina de um apartamento não estresse seu amigo bicho e para que ele possa caçar e fazer exercícios. Além disso, cuidado com as prateleiras! Eles têm o costume de andar entre os objetos e podem acabar derrubando seu vaso preferido.

Separe um lugar específico para seu gatinho. Os felinos precisam de um lugar certo para comer, dormir e fazer suas necessidades, então a caixa de areia e seu pote de comida não devem passear pela casa! Mantenha-os no mesmo lugar sempre para acostumar seu amigo com o local e, de preferência, não deixe o local do xixi e da comida próximos.

Por último e mais importante: seja presente na vida de seu pet. De nada adianta ter um felino em casa se você não pode dar atenção e carinho. Brinque, acaricie e imponha limites para seu gato, evitando assim que seu bichinho saia do controle.

Fonte: Terra

5 dicas para se comunicar melhor com seu gato



Reconheça os diferentes comportamentos do seu bichano e entenda o que ele está pedindo

Você sabia que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação com centenas de vocalizações diferentes para dizer aos humanos o que eles querem ou precisam? Palavra de cientistas. O corpo também diz muito: a cauda e os olhos indicam felicidade, agressividade ou medo.

Compreender como seu gato está se pedindo e como os gatos interpretam sua maneira de falar com eles pode ajudar a cultivar uma relação mais próxima com seu felino.

Anote aí cinco dicas para melhorar a comunicação com seu bichano:

Entenda o motivo e a forma como os gatos se comunicam

Miar não é o jeito preferido de falarem com você. A comunicação de um gato consiste num sistema complexo de olfato, expressão facial, linguagem corporal e tato. Os gatos sabem muito bem que não compreendemos os sinais não verbais que eles mandam uns aos outros, é aí que preferem vocalizar, numa tentativa de se comunicarem do nosso “idioma”. Fique atento aos sons e as ações que usam para falar com você, os gatos sempre aprendem um jeito novo de pedir alguma coisa.
Quais as circunstâncias de cada miado?

Observe seu gato enquanto ele mia e note se é capaz de distinguir quais sons ele usa em quais pedidos ou para quais protestos.
  • Miado curto: usado como reconhecimento geral e cumprimento padrão.
  • Muitos miados: cumprimentos entusiasmados.
  • Miado tom médio: pode ser um pedido por algo como comida ou água.
  • “Mrrroooow” longo: demanda mais insistente por um desejo ou necessidade.
  • “MRRRooooowww” grave: descontentamento, reclamação ou uma preparação para a briga.
  • Miado alto e grave: pedido urgente por alguma coisa, como comida.
  • Identifique a comunicação que não envolve miados

O miado é o som mais associado ao gato, mas não é o único. Temos também o

Ronronar: som vibratório feito com a garganta, que convida ao convida ao contato próximo ou pode ser tido como um pedido de atenção. O ruído é quase sempre associado ao contentamento.

Sibilar: sinal de agressividade ou autodefesa de um felino. Indica que o animal está infeliz, que se sente assustado ou ameaçado ou que pode estar se preparando para uma briga.
A cauda também manda sinais sobre como seu felino se sente
  • Como os cães, os gatos também se comunicam com o movimento das caudas. Observar a posição do rabo em conjunto com as vocalizações pode ajudar você a entender o que seu gato quer.
  • Cauda reta para cima e com a ponta curva: felicidade.
  • Cauda se contraindo: agitação ou felicidade.
  • Pelo da cauda armado: seu gato está agitado ou sentindo-se ameaçado.
  • Cauda vibrando: ele está animado e feliz em vê-lo.
  • Pelo esticado para cima com a cauda se curva: sinal de agressividade extrema, briga ou autodefesa.
  • Pelo esticado para cima, mas a cauda baixa: gato agressivo ou assustado.
  • Cauda para baixo, entre as pernas: seu gato está assustado.

Os olhos dizem muito

Repare nos olhos do seu gato, isso o ajudará a se conectar com seu felino e a ler seus sentimentos. 

Cuidado: encarar direto sem piscar pode ser entendido com agressividade pelo seu gato, o que o deixará desconfortável.

Pupilas dilatadas: pode significar animação ou medo. Use outros sinais para descobrir qual é o comportamento dele.

Olho no olho: quando um gato olha para os seus olhos, quer dizer que ele confia em você e se sente confortável na sua companhia.

Piscar lentamente: é um sinal de carinho.

Gatos não reconhecem o sabor doce



Por não terem parte de um gene que forma os receptores do sabor doce, os felinos têm preferência pelo gosto da proteína animal

A Páscoa está aí e com ela aquela infinidade de ovos de chocolate… A gente já contou por aqui por que não é boa ideia oferecer esta delícia para os cães e gatos. A cafeína e teobromina presentes no chocolate são tóxicas para cães e gatos e podem levar à morte em alguns casos. Que este alimento é perigoso para a saúde dos animais você já sabe, mas você sabia também que os felinos não são capazes de distinguir o sabor doce?

A maioria dos cientistas concorda com o fato dos gatos não se interessarem por doces. A preferência dos felinos seria pelo sabor da proteína animal. “Os gatos, apesar de terem sido domesticados, continuam sendo carnívoros restritos e não consomem doces porque, na verdade, não têm capacidade de sentir esse sabor”, diz a médica veterinária da Total Alimentos, Bárbara Benitez.

Segundo a revista Scientific American o motivo deste comportamento é um gene específico, o Tas1r2. Os felinos, inclusive leões e tigres, não têm uma parte do DNA que existe neste gene, que gera as proteínas responsáveis pela formação dos receptores de doces (localizados na língua dos gatos). Com isso, os felinos seriam capazes de perceber o sabor doce como os humanos e outros mamíferos.

“Os tutores sabem que o olfato e tato de seus gatos são mais apurados, mas talvez não saibam que o paladar dos bichanos seja mais restrito. Saber disso, ajuda até no manejo alimentar: o tutor deve oferecer alimentos elaborados com fontes de proteínas de origem animal, e sempre prefira oferecer alimentos sempre à base de proteína animal e sempre evite doces, que podem causar obesidade e diabetes”, finaliza Benitez.

Portanto, nesta Páscoa, não ofereça chocolates e outros alimentos para seu gatinho. Ele não apreciará o sabor e passará longe de problemas de saúde.

Preferência por cães ou gatos indica diferentes traços de personalidade



Estudos afirmam que simpatizantes de cachorros são leais, objetivos e extrovertidos, enquanto amantes de gatos são graciosos, sutis e independentes

Gatos e cachorros combinam com diferentes tipos de personalidades e vários estudos já foram dedicados e exploram este tema.

Eles ocuparam diferentes papéis na sociedade, possuem distintos comportamentos, diferentes tipos de necessidades e personalidades. É normal adaptarem-se melhor a diferentes tipos de indivíduos.

Estudos já afirmaram que uma pessoa que prefere cachorros é leal, objetiva, útil, extrovertida e boa para trabalhar em grupo. A pessoa que prefere os gatos é graciosa, sutil, independente, inteligente, pensativa e misteriosa.

Outro artigo afirma que pessoas do sexo feminino tendem a se autoafirmar como amantes de gatos e pessoas do sexo masculino tendem a se autoafirmar amantes de cachorros.

Um estudo do ano de 2010 afirmou como resultado de um questionário de autoconhecimento aplicado em mais de 4.500 pessoas, que indivíduos que preferem cachorros gostam de sair para se divertir, são mais extrovertidos e mais conscientes.

Já pessoas que preferem gatos pareceram ser abertas a novas experiências, curiosas, originais e emocionalmente mais instáveis.

Outro estudo de 2014 mostrou, que a pessoa que prefere cachorros tende a ser mais dominante e competitiva, pois prefere um animal de estimação submisso a fim de complementar sua personalidade.

Pesquisadores já comparam a personalidade de donos com seus cães e fizeram o questionamento: “Será que os donos de pets simplesmente projetam seu modo de ser em seus animais de estimação?”.

Seria algo natural, afinal nossas amizades humanas tendem a ser baseadas em afinidades e o mesmo tende a acontecer quando escolhemos um pet.

Cachorros sabem identificar donos mentirosos


Experimento realizado no Japão comprova que cães sabem reconhecer quando estamos tentando enganá-los


Os cães podem parecer bobos ao correr atrás de seus rabos, mas pense bem antes de tentar enganar seu cão, ele lembrará. Um estudo liderado pelo pesquisador japonês Akiko Takaoka, da Universidade de Kyoto, testou a capacidade dos animais em reconhecer a mentira.

Participaram 34 cachorros domésticos. Na primeira rodada, um pesquisador indicava para o cão onde encontrar brinquedos e petiscos. Na segunda vez, o mesmo pesquisador indicava a direção errada dos brinquedos e petiscos. Na terceira, os cães não obedeciam às ordens do pesquisador que mentiu.

Em outra rodada de testes, os voluntários mentirosos foram substituídos por novas pessoas. A primeira parte foi repetida, indicações de um caminho onde estariam petiscos e brinquedos foram dadas e os cachorros seguiram as direções.

Ao conhecer pela primeira vez um humano, os cães depositam um primeiro sinal de confiança. Depois de passado o momento de excitação, eles obedecem e seguem comandos de pessoas que eles já confiam ao observar seus atos. Eles lembram quem os enganou ou não.

Segundo os pesquisadores, os cães possuem uma sofisticada inteligência social, e essa capacidade foi evoluída na convivência dos cães com os humanos ao longo de toda a evolução.

Vejam neste vídeo reações hilárias de cachorros sendo enganados por um mágico:

Cães e gatos: pressionar a cabeça contra a parede é sinal de alerta



Comportamento pode indicar danos no sistema nervoso, envenenamento ou problemas hepáticos

Cães e gatos são cheios de manias, mas é preciso ficar atento para distinguir um comportamento aparentemente normal dos sinais de que algo não vai bem.

Pressionar a cabeça contra a parede ou objetos, por exemplo, pode ser um sinal de que alguma coisa está errada com seu pet. Se perceber esta atitude, vá ao veterinário imediatamente!

Mas o que este comportamento significa? Isto indica geralmente danos no sistema nervoso, o que pode ser resultado de diversas causas, entre elas a doença prosencéfalo, na qual o encéfalo frontal e o tálamo do cérebro estão danificados. Outra possibilidade é o envenenamento tóxico ou problemas de fígado.

Segundo o médico veterinário Grant Nisson, de West River, Maryland (Estados Unidos), o fígado é responsável pela retirada de toxinas do sangue. Quando o funcionamento é comprometido, as toxinas ficam no sangue e entram no cérebro, fazendo com cães e gatos ajam estranhamente.

Em animais jovens, o ato de pressionar a cabeça é associado a uma derivação do fígado extra-hepática, uma anomalia genética em que o fluxo de sangue para o fígado é redirecionado por um vaso sanguíneo anormal fora do órgão, de acordo com Karen Munana, professora associada de neurologia na North Carolina State University College de Medicina Veterinária em Raleigh (Estados Unidos). A salivação, perda de visão e o crescimento lento durante os primeiros meses também se enquadram nos sintomas.

Já nos animais mais velhos, a cabeça contra a parede pode ser sinal de cirrose, um problema grave do fígado que pode ser causada, entre outras coisa, pelo uso a longo prazo de alguns medicamentos.

Animais com encefalite – inflamação no cérebro – também têm atitudes estranhas. Deena Tiches, neurologista veterinária de Gaithersburg, Maryland (Estados Unidos), explica que infecções virais como cinomose ou raiva afetam o cérebro, da mesma forma que algumas infecções bacterianas.

Os tumores cerebrais são outra possibilidade. À medida que estes tumores crescem, começam a pressionar tecidos dentro do cérebro, alterando o funcionamento do órgão. Por isso, animais com este problema andam em círculos e pressionam a cabeça.

Para um diagnóstico preciso, o veterinário realizará uma série de testes, entre eles o exame de fundo de olho, que revela doenças infecciosas ou inflamatórias, assim como anomalias no cérebro. A medição da pressão arterial, tomografia computadorizada (TC) ou a ressonância magnética (RM) do cérebro fazem parte da triagem. A análise de urina pode revelar problemas no sistema metabólico e toxinas no sistema.

O importante é que você explique ao veterinário o que ocorre com seu pet, quando os sintomas começaram e os incidentes causados.

PETMAG

Por que animais de grande porte vivem menos do que os pequenos?


Cães grandes têm processo de envelhecimento mais acelerado e tendem a crescer e envelhecer muito mais rápido


Na escala evolutiva, animais de grande porte, de diferentes espécies, tendem a viver mais dos que os de pequeno porte. Agora, entre os de mesma espécie, acontece o contrário.

Cachorros pequenos possuem predisposição a viver de 10 a 14 anos e os grandes de 5 a 8 anos. Eles vivem menos. É triste, mas é verdade.

Os motivos não são totalmente compreendidos, porém, um estudo realizado na Universidade de Chicago revelou as possíveis razões.

A pesquisa avaliou índices de mortalidade do banco de dados médico veterinário de cães que frequentaram os hospitais por toda a América do Norte.

Informações de 56.637 cachorros de 74 raças diferentes foram coletadas. Tipo de raça, sexo, tamanho de porte e data de morte dos períodos de 1984 até 2014.

Conclusão do estudo

Os cães de porte grande possuem processo de envelhecimento mais acelerado, ou seja, crescem e envelhecem muito mais rápido.

São mais propensos a problemas de saúde, tumores, desordens comportamentais e problemas gastrintestinais, todos ligados ao crescimento acelerado.

Independentemente do tempo vivido pelo pet, devemos oferecer condições dignas para ele crescer e viver bem ao nosso lado.

Em troca, você receberá um amigo companheiro, afetuoso e com amor incondicional para oferecer. Vale a pena, não é mesmo?

Por que os cães inclinam a cabeça para o lado quando falamos com eles?



Já percebeu que os cães têm uma mania engraçada de inclinar a cabeça para o lado quando conversamos com eles? Segundo o site Mental Floss, os animais fazem isto para mostrar aos humanos que se importam com eles ou com o que estão falando.

Para eles, o gesto é uma forma de transmitir empatia, como dizer “sim” ou “não” em relação a nós humanos. Apesar de não poderem conversar, eles geralmente sabem quando estamos nos sentindo tristes e inclinam a cabeça demonstrando solidariedade e esperando nos escutar.

Também são consideradas as versões de que os cães inclinam a cabeça para poder ouvir os sons de uma maneira melhor e também para enxergar de outro ângulo, já que o focinho atrapalharia a visão da parte inferior do rosto humano. Isto seria necessário para a expressão facial e o estado emocional do dono.

Uma pesquisa publicada no site Psychology Today ouviu 582 pessoas sobre a frequência que os cães inclinam a cabeça e as raças dos animais. A maioria dos entrevistados disse que os cachorros fazem o gesto regularmente, sendo que 52% dos donos de cães com focinhos achatados, como Bulldogs e Pugs, notaram o movimento. O número sobe para 71% em relação aos que têm focinhos maiores.

Então, da próxima vez que você notar seu cachorro fazendo isto, você já sabe que ele está demonstrando que se importa com você.

Banho em gatos: lambidas x chuveiro



Se você acha que só o "banho de gato" é suficiente para o seu bichano, está muito enganado. Saiba o motivo

Aquele “banho” em que o gato dá com a própria língua não basta para deixá-lo livre das impurezas. Na verdade esse hábito tão comum entre os gatos não é exatamente para sua higiene, esse comportamento está mais ligado ao seu instinto de proteção, pois ao lamber-se, seu cheiro acaba sendo camuflado.

Mitos como os de que gato não gosta de banho ou tem medo de água, acaba por fim prejudicando os bichanos nesse quesito. Um gato só apresenta rejeição ao banho, se não for acostumado com ele desde pequeno. Portanto deve-se dar banho sim, pois sua língua retira uma parte da sujeira, mas sua saliva não é antibacteriana, logo ele não fica livre de possíveis doenças.

O interessante é dar banhos pelo menos uma vez ao mês, sempre usando produtos específicos para gatos e água morna. Gatos com a pelagem longa também podem ser submetidos a uma tosa higiênica, principalmente nas épocas mais quentes do ano.

Caso prefira não dar banho em casa, existem pet shops e profissionais especializados em banhos para felinos. Basta informar-se. E lembre-se, sempre consulte um veterinário em ralação a qualquer decisão que for tomar sobre esses cuidados com o seu gato!

Garota surda ensina linguagem de sinais para cão com problemas de audição


REPRODUÇÃO
Moradora do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, a pequena Julia, hoje com apenas dez anos de idade, é surda de nascença. Ela sempre teve dificuldade em se relacionar com outras crianças, até conhecer um cachorrinho muito especial chamado Walter. O cão também nasceu com problemas de audição e os dois logo criaram uma forte e sincera ligação.
Walter, hoje com sete meses, foi adotado em um centro de animais em Pasadena quando tinha apenas seis semanas de vida. “Quando eu segurei a Julia pela primeira vez, ela cheirava meu pescoço, pois não conseguia ouvir – e quando eu segurei Walter pela primeira vez ele fez a mesma coisa”, contou a mãe de Julia, Chrissy, para a rede de TV CBS.
Julia já ensinou ao animal comandos como sentar, pedir comida e responder ao seu nome. Confira essa dupla no vídeo abaixo.

ANDA

George, o gatinho que vive andando em duas patas


Meio gato, meio humano, George tem um jeito especial de andar que já conquistou vizinhos, amigos e o mundo da internet


Após ter sido adotado por uma família do Texas, Estados Unidos, o gato George começou a apresentar o que poderíamos chamar de “sintomas humanos”.

Desde que chegou à casa, ele apoia-se frequentemente com as patas de trás – em duas patas – como se estivesse de pé. Seu dono, Andrew Park, disse em uma entrevista ao New York Post que acredita que o motivo que leva George a andar sobre duas patas é um problema genético, por suas patas serem muito curtas.

George possui uma conta no Instagram, onde seu dia adia é registrado. Com essa carinha melancólica e ao mesmo tempo emburrada, é difícil não deixar-se conquistar por esse gatinho “meio humano”.
PetMag

Amor de cão por donos é semelhante ao do bebê pelos pais




Cientistas japoneses constataram que o ato de olhar nos olhos do seu cão libera o mesmo hormônio acionado durante a amamentação de um filho



Cientistas da Universidade Azabu, no Japão, provaram que cães amam os donos da mesma forma com que um bebê ama a mãe. Para chegar a esta conclusão, eles viram que, quando estavam com seus donos, os cães liberavam oxitocina, neurotransmissor chamado de “hormônio do amor”, ligado a laços afetivos.

A oxitocina é também liberada quando a mãe amamenta o filho ou quando olhamos nos olhos de daqueles que amamos.

Nos cães, o corpo libera a substância quando eles olham em nossos olhos. Teoricamente, como humanos e cachorros vivem em comunidade há muitos e muitos anos, sua evolução foi conjunta. Logo, o laço emocional tornou-se uma vantagem para a sobrevivência dos dois, passando do nível psicológico para o físico.

Os cientistas mostraram ainda que seu cão tem mais facilidade de formar laços com humanos do que animais com chimpanzés, animais cujos cérebros são mais sofisticados.

Verão: 4 receitas refrescantes de petiscos para seu cão



O calor vem aí e um sorvetinho sempre cai bem! Anote as receitas saudáveis que preparamos especialmente para o seu amigo curtir a estação mais quente do ano


Picolés de Frango

Ingredientes (rende 4 copinhos de frango):

2 peitos de frango, cozidos e picados (coloque no liquidificador se necessário)
2 xícaras de água
1 colher de sopa de salsinha

Modo de fazer:

Divida o frango cozido e picado entre os copos descartáveis, cerca de 1/4 xícara de frango em cada um.
Em uma tigela pequena misture a água e a salsa.
Divida a mistura de água entre os copos descartáveis, cerca de 1/2 xícara em cada um.
Coloque no congelador durante 8 horas.
Tire o picolé colocando água morna em volta do copo descartável.


Se o seu cão prefere carne a frango, não se preocupe! Nós temos uma receita de picolé para isso também.

Picolé de hambúrguer

Ingredientes

1 xícara de chá carne moída cozida (aproveite para usar os restos!)
1 colher de chá cheia de queijo ralado
2 a 3 colheres de sopa de caldo de carne com baixo teor de sódio e baixo teor de gordura

Modo de fazer:

Coloque 1/2 colher de chá de carne moída em cada seção de uma bandeja de cubos de gelo.
Espalhe um pouco de queijo ralado por cima.
Despeje o caldo de carne sobre ingredientes.
Congele por aproximadamente 8h e, depois disso, já está pronto para o consumo.

Dica: Comprar uma bandeja de cubos de gelo de plástico especialmente para esta finalidade.

Gelatina de Carne

Ingredientes:

1 xícara de café de caldo de carne com baixo teor de sódio e pouca gordura
2 colheres de sopa de gelatina incolor e sem sabor

Modo de Fazer:

Em uma panela média, trazer o caldo para ferver. Retire do fogo e deixe esfriar por 3 a 4 minutos.
Coloque a gelatina em pó e misture, cuidando para não deixar grumos.
Deixe mistura esfriar e em seguida despeje em moldes.
Leve à geladeira por algumas horas, até endurecer.


Seu cachorro é vegetariano? Sem problemas! Receita de um petisco levinho para seu pet!

Biscoitos de Menta

Ingredientes

1 ½ xícaras de aveia
4 colheres de sopa de salsa fresca picadinha
2 colheres de sopa de hortelã fresca picadinha
1 colher de sopa de mel puro
2 colheres de azeite
1 ovo batido
Água (3 colheres de colher de chá)

Modo de Fazer

Preaqueça o forno a 180°C.
Em uma tigela grande, misture a aveia, salsa e folhas de hortelã e misture. Em uma tigela pequena, misture o azeite e mel.
Despeje a mistura de óleo de oliva e mel na aveia e mexa. Adicione o ovo e mexa até ficar bem misturado.
Sove a massa com as mãos para misturar bem os ingredientes juntos. Adicione uma colher de chá de água de cada vez para ajudar. Isso deve levar cerca de 3-5 minutos.
Usando um rolo ou as mãos, abra a massa com aproximadamente 3 cm de altura.
Corte na forma desejada com cortador de massa de biscoito.
Coloque os biscoitos em uma assadeira antiaderente e leve ao forno por 15 minutos.

Dica: Coloque os biscoitos em um pote fechado na geladeira para consumo posterior.

Dicas Extras:

Você pode congelar em um balde, os brinquedos (de preferência de plástico) preferidos do seu pet, e depois deixá-lo brincar com o pedaço de gelo!
Aproveite as férias da criançada para cozinhar com a família toda e experimente variações das receitas!
Coloque sempre cubos de gelo na água do seu animal de estimação.
Nos dias de mais calor, encha uma piscininha inflável e divirtam-se!

Quais os significados dos miados do seu gato?



Você sabia que os gatos têm sons específicos para demonstrar saudade, fome, felicidade e até dor? Aprenda a reconhecê-los

Por não conseguirem demonstrar seus sentimentos por meio de expressões faciais, os gatos possuem uma vasta comunicação, emitindo sons.

Miados


Ao miar, eles podem emitir diversas frequências de sons e cada uma possui um significado. Miados curtos, normalmente, são mais frequentes em atividades cotidianas, como ao ouvir o chamado do dono ou quando está com fome.
Já os miados mais longos, são emitidos quando os gatos estão com dores, feridos ou por fêmeas no cio. Se além de longos, os miados forem agudos, significa que o gato está “exigindo” algo, como por exemplo, ser alimentado naquele momento.

Os miados fracos, quase inaudíveis, podem ser considerados miados de saudade; normalmente os gatos emitem esse som quando reencontram seu dono, horas depois de terem passado algum tempo distante um do outro.

Ronronar


O ato de ronronar é, considerado por muitos, uma expressão de felicidade dos gatos. Mas já foi comprovado que o som pode ser emitido mesmo quando estiverem aborrecidos, machucados ou até sentindo-se ameaçados.

Os “ronrons” são emitidos pela vibração dos músculos da laringe e do diafragma do gato e ele consegue fazer isso ao mesmo tempo em que inspira e solta o ar.

Um estudo publicado pela Scientific American aponta que ronronar pode melhorar a densidade dos ossos e contribuir para a autocura dos gatos, em casos de ferimentos ou doenças.